Queiti - a energia da terra


Email do BE

Propriedades no Algarve - Realestate

Última actualização: 14-06-2003
Canal de crítica
PORTIMÃO

A Câmara de Portimão
ou um exemplo da arrogância bacoca da grande maioria dos autarcas deste país.

Há algum tempo foi distribuído em Portimão um panfleto de autoria de António Correia dos Santos com o título: "Quando cai a Ponte de Portimão?" .
No folheto ficam algumas perguntas pertinentes: Quando foi construída a ponte? Que técnicas e materiais foram usados? Foi construída para o peso e o porte dos veículos actuais? E para quantos veículos? Qual é a duração esperada para a ponte? Porque é que ela treme? Quantos carros e camiões a atravessam diariamente? ...etc. etc.
Como resposta a um pedido de explicações por parte do jornal algarvio "The Entertainer" acerca de todas estas questões, alguém da Câmara Municipal de Portimão - infelizmente não identificado - vomita esta pérola de estupidez: "o autor do panfleto não nos merece qualquer credibilidade".
Como é possível que gente desta laia possa ser eleita para representar os cidadãos deste país? É aviltante tamanha arrogância. Como é possível que o dinheiro dos nossos impostos sirva para pagar o que quer que seja que esta imundice de autarca aufere mensalmente?
Se a ponte, seguindo a moda, cair levando vidas humanas inocentes, já sabemos que haverá inquérito e que o resultado será, uma vez mais, um rotundo zero. Não há culpados.
O dinheiro que esta corja de corruptos nos vai roubando, as vivendas que vão construindo, as riquezas que vão acumulando, a influência política de que se alimentam, lavam todas as culpas.
Culpados somos nós que os elegemos!
R.M.
Redacção do BE

Destruição de vestígios arqueológicos no centro de Portimão
Segundo informações que nos foram enviadas da cidade de Portimão, por um cidadão defensor do Património, o qual pede o anonimato, por motivos relacionados com a sua profissão e eventuais represálias, estão a ser destruídas, na cidade de Portimão importantes vestígios arqueológicos, os quais abarcam uma cronologia que vai do período romano ao séc. XV.
Estas destruições verificam-se na zona do antigo Mercado Municipal e estão relacionadas com as obras de remodelação da cidade.
As terras das terraplanagens estão a ser lançadas na zona dos Malheiros, no caminho de Monchique, em terrenos baldios.
Do espólio desenterrado, sem qualquer acompanhamento arqueológico e estudo prévio do local, podem encontrar-se selos manuelinos em chumbo, moedas romanas, fíbulas e cerâmica da época muçulmana.
Sabemos ainda que foi contactado o IPPAR mas sem qualquer resultado.
Parece que em Portimão, o cimento armado e os interesses das empreitadas e empreiteiros falam mais alto que a nossa memória colectiva, que o mesmo é dizer, que a defesa, valorização e preservação do nosso património histórico-cultural.
Saudações Culturais
A Direcção do GAAC

A justiça em Portimão
Dia 10/4/2000, foi preso à entrada da escola do ensino básico D.Martinho de Castelo Branco, em Portimão, um jovem de 17 anos, aluno da mesma escola, na posse de droga. Tudo indica que aquele pequeno traficante, para além de consumir ele próprio, oferecia e vendia aos colegas, todos menores de 15 anos. Estes factos já ocorriam desde há cerca de dois anos, altura em que o mesmo foi pela primeira vez detido por posse de droga. A gravidade de tal facto é enorme. E se não se pedia que o aluno fosse parar à prisão, também não se entende bem a decisão do Sr(a) Dr(a) Juíz(a) do Tribunal de Portimão: - Caução de alguns milhares de escudos; - Apresentações periódicas na PSP e, pasme-se, impedimento do jovem frequentar qualquer estabelecimento de ensino à excepção daquele que frequenta.
 Ou seja, o magistrado(a) judicial permite que o criminoso volte ao local do crime. Reconhece que o pequeno "dealer" é perigoso para o meio escolar da cidade, mas autoriza-o a regressar como um herói (logo no dia a seguir) perante os seus colegas e se calhar a levar-lhes mais alguma drogazita. Assim vai a justiça na cidade.
bernardo bilote

Bem Vindos...
Ao Far West!


Companheira é um lugarejo à saída de Portimão, encostado ao rio Arade e com entrada única na rotunda em frente ao novo hospital. O desordenamento e o caos urbanístico da localidade é tão grande, que um habitante, com nítido sentido de humor persiste em escrever no túnel de acesso "Bem Vindos ao Far West". Mil vezes apagado e mil vezes reposto, o texto faz sorrir mas incomoda.
Depois de uma breve visita à localidade - se assim lhe podemos chamar - de novo um grafitti com o mesmo sentido de humor: "Voltem sempre".